Adaptação da obra de Luiz Ruffato recebe boas críticas

Baseada na obra Inferno provisório, de Luiz Ruffato, estreou nos cinemas brasileiros o filme Redemoinho. Ruffato foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2010 e 2012. A direção é de José Luiz Villamarim e no elenco, os atores Irandhir Santos, Júlio Andrade, Dira Paes e Cássia Kis Magro. A história se passa em Cataguases, cidade natal do escritor mineiro. A trama conta sobre dois amigos se reencontrando numa véspera de Natal após muito tempo. Eles se reúnem para uma conversa regada a muita bebida, que desperta nos dois protagonistas, a oportunidade de reavaliar seus caminhos e de falar sobre suas lembranças, seus remorsos e suas alegrias.

Segundo a Folha de S. Paulo, a beleza do filme está na austeridade. O jornal compara o filme com um clássico brasileiro: Eles não usam black-tie, de Leon Hirszman, fita baseada na peça de Gianfrancesco Guarnieri. “Depois, e mais forte, emerge uma tragédia dos tempos de infância, episódio que enreda todos os personagens. É uma sombra que o filme espreita com vagar. E desse modo, sem sobressaltos, Redemoinho nos deixa atônitos. A beleza e o impacto do filme estão, em grande parte, fundados em sua austeridade, em sua recusa aos ornamentos narrativos e estéticos”, escreve o crítico Naief Haddad.

Leia mais na Folha e veja o trailer neste link.

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Filme baseado em contos de Joca Reiners Terron

Ainda sem data de lançamento no circuito comercial, o longa Não devore meu coração foi exibido no Festival de Berlim em fevereiro, uma das mais famosas mostras competitivas da Europa. No elenco, nomes como Cauã Reymond, Mario Verón, Leopoldo Pacheco, Adeli Benitez, Eduardo Macedo e Ney Matogrosso. A direção e roteiro são assinados por Felipe Bragança.  O filme também participou do Festival de Cinema de Sundance, nos Estados Unidos, em janeiro. O roteiro da fita é baseado em contos de Joca Reiners Terron, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2010 e 2014. A obra constrói uma história de amor juvenil entre um adolescente brasileiro e uma indígena de origem hispano-americana e tem como pano de fundo as disputas por terra na fronteira do Brasil com o Paraguai.

Saiba mais no site Omelete e no Jornal Estado de S. Paulo.

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Livros de Daniel Galera são adaptados para a sétima arte

Três livros de Daniel Galera vão ser exibidos na tela grande. A primeira estreia é com Prova de coragem, adaptação do diretor Roberto Gervitz da obra Mãos de cavalo que já está nas salas de cinema em todo o país. A segunda obra a ser adaptada é Barba ensopada de sangue, o título que fez o autor gaúcho ser vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria Livro do Ano em 2013. Além destes, o romance Cordilheira também já teve os direitos negociados. Os dois últimos estão em fase de roteirização. No passado, o livro Até o dia em que o cão morreu virou o filme Cão sem dono com direção de Beto Brant e Renato Ciasca.

Já o Barba…. foi selecionado no início do ano para o Torino Film Lab, na Itália, e acaba de ser anunciado na programação do Paris Co-production Village, que ocorre em junho na capital francesa. A direção é de Aly Muritiba com produção da RT Features, a mesma que adaptou os textos de Lourenço Mutarelli para o cinema.

De acordo com o portal UOL, o Galera comenta sobre o processo de transposição de histórias de livros para filmes. Para ele, o universo de adaptações é “vasto demais para comportar uma opinião que faça sentido. O importante é que cineastas possam transformar o material literário com base nas possibilidades do meio audiovisual e em suas visões autorais próprias, não se contentando com uma versão obediente e resumida do livro nas telas”.

Confira o trailer de Prova de coragem no You Tube.

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