Companhia das Letras publica novo romance de Antônio Xerxenesky

Finalista do Prêmio São Paulo, Antônio Xerxenesky vai lançar um novo romance no segundo semestre, com título de As perguntas. A obra editada pela Companhia das Letras acompanha Alina, de 30 anos, que trabalha numa produtora, durante 24 horas – com formação em história das religiões. Ela é chamada para auxiliar numa investigação que envolve pessoas desaparecidas e uma seita ocultista. A pesquisa sobre o tema envolveu mais de 30 livros, segundo o escritor em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. Ao diário, ele disse que escreveu quase todo livro durante residência literária nos Estados Unidos em 2015. O novo livro foi encomendado e faz parte de uma série de terror com direitos para o cinema já adquiridos pela RT Features.

O escritor e tradutor gaúcho brasileiro nasceu em 1984 e teve textos publicados em diversos jornais e revistas, como The New York Times, Newsweek, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo. Alguns de seus contos foram traduzidos para o inglês, espanhol e alemão. Em 2012, foi eleito pela revista Granta como um dos vinte melhores jovens escritores brasileiros. O romance F foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2015.

Via jornal O Estado de S. Paulo. Mais infos neste link.

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Criado o Prêmio Monteiro Lobato de Literatura Infanto-Juvenil

Os ministérios da Cultura e das Relações Exteriores em conjunto com o Ministério da Cultura de Portugal criaram o Prêmio Monteiro Lobato de Literatura Infanto-Juvenil. A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) será responsável por organizar a honraria. As categorias autor e ilustrador serão premiadas anualmente. A Biblioteca Nacional também é responsável pelo Camões, outra parceria dos governos de Brasil e Portugal.

Via O Globo  -> https://goo.gl/HKqNJD

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Alberto Mussa com novo livro na praça

Finalista do Prêmio São Paulo em 2015, o escritor carioca Alberto Mussa acaba de lançar um novo romance, A hipótese humana. Trata-se do quarto livro da série Compêndio mítico do Rio de Janeiro, que consiste em cinco novelas policiais, uma para cada século da história carioca. O novo livro relata as circunstâncias misteriosas que envolvem o assassinato de Domitila, filha do coronel Chico Eugênio, dentro da chácara da família no Catumbi. A investigação fica a cargo do detetive Tito Gualberto, primo da vítima e hábil capoeirista, que tentará completar o quebra-cabeça do crime. Os muitos suspeitos do crime vão sendo revelados aos poucos, levando o leitor num redemoinho que confunde, aprisiona e inquieta.

Mussa nasceu no Rio de Janeiro em 1961. Sua ficção abarca o conto e o romance, com destaque para A primeira história do mundo, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. O autor já recriou a mitologia dos antigos tupinambás; traduziu a poesia árabe pré-islâmica; escreveu, com Luiz Antônio Simas, uma história do samba de enredo; e organizou, com Stéphane Chao, o Atlas universal do conto. Ganhou os prêmios Casa de Las Américas e o da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) por O Enigma de Qaf (Record). Em 2006, venceu novamente o APCA e ganhou o Prêmio Machado de Assis, da Biblioteca Nacional, por O movimento pendular (Record). Em 2011, venceu o Prêmio Machado de Assis por O senhor do lado esquerdo (Record).

Suas obras estão publicadas em 17 países e 14 idiomas.
Com informações do blog da editora Record. Saiba mais neste link.

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A escritora Noemi Jaffe lança livro nos Estados Unidos

A finalista da nona edição do Prêmio São Paulo de Literatura, a escritora Noemi Jaffe vai lançar o livro O que os cegos estão sonhando? nos Estados Unidos. A obra, lançada no Brasil em 2012, remonta as histórias familiares durante a Segunda Guerra Mundial e tem como fio condutor um diário de uma sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz.

Veja a sinopse —->

Em abril de 1945, cerca de um ano após ser presa pelos nazistas e enviada como prisioneira para Auschwitz, Lili Jaffe (cujo nome de solteira era Lili Stern) foi salva pela Cruz Vermelha e levada à Suécia. Lá, ela anotou num diário os principais acontecimentos por que havia passado: a captura pelos alemães, o cotidiano no campo, as transferências para outros locais de trabalho, mas também a experiência da libertação, a saudade dos pais e a redescoberta da feminilidade.

Esse diário — hoje depositado no Museu do Holocausto em Jerusalém e que, traduzido diretamente do sérvio, tem aqui a sua primeira publicação mundial — foi o ponto de partida para este livro absolutamente incomum, escrito e organizado por Noemi Jaffe. Em O que os cegos estão sonhando?, há três gerações de mulheres da mesma família que se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso — tão imprescindível quanto vão — de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho “contra a brutalidade do real”.

Noemi Jaffe é escritora, professora e crítica literária. Doutora em literatura brasileira pela Universidade de São Paulo (USP), mantém o blog Quando nada está acontecendo e atua como crítica na Folha de S. Paulo. É jurada do Prêmio Oceanos, um dos mais importantes do país. Escreveu, entre outros, os livros A verdadeira história do alfabeto, vencedor do prêmio Brasília de Literatura de 2014 e Írisz: as orquídeas, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura no ano passado. O que os cegos estão sonhando? foi originalmente publicado no Brasil pela Editora 34 e editado nos Estados Unidos pela Deep Vellum.

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Primavera Literária acontece entre 20 de março e 5 de abril

Vários escritores finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura foram convidados para integrar a delegação brasileira na quarta edição do Printemps Littéraire Brésilien (Primavera Literária), que acontece na França, Bélgica, Portugal e Espanha entre os dias 20 de março e 5 de abril. Entre eles: Antonio Salvador, Estevão Azevedo, Luísa Geisler, Marcelo Maluf, Marcos Peres, Rafael Gallo, Sheyla Smanioto e Socorro Acioli. Veja a lista completa no fim do post.

O objetivo do evento é a promover literatura lusófona na Europa e abrir mercado para os escritores brasileiros no exterior. Ao PublishNews, o curador e organizador do evento, Leonardo Tonus, disse que estes encontros já são consolidados na cena cultural das cidades europeias. A caravana literária brasileira passa por Paris, Bruxelas, Lisboa, Óbidos, Évora, Sintra e Barcelona. Parte da programação acontece dentro do estande do Brasil no Salão do Livro de Paris.

“Trata-se de um encontro anual inicialmente idealizado para promover e ampliar a formação de estudantes em letras inscritos nos cursos de português em instituições europeias. Desde a sua criação em 2014, o evento já se consolidou como um importante espaço de discussão literária, potencializando leituras e enriquecedoras experiências culturais em torno da língua portuguesa”, disse Tonus.

Os autores escalado são: Andrea Nunes, Antonio Salvador, Carlos Henrique Schroeder, Claudia Nina, Estevão Azevedo, Fábio Pereira Ribeiro, Flavio Goldman, Franklin Carvalho, Godofredo de Oliveira Neto, Henrique Rodrigues, João Guilhoto, João Vaz de Carvalho, José Santos, Julia Wähmann, Kátia Gerlach, Luísa Geisler, Marcelo Maluf, Marcelo Moutinho, Márcia Tiburi, Marcos Peres, Mário Araujo, Mário Rodrigues, Marta Barcellos, Mickael Cordeiro, Nilma Lacerda, Paulo Emílio Azevedo , Rafael Gallo, Renata Bueno, Roberto Parmeggiani, Rodrigo Ciríaco, Robson Viturino, Rui Zink, Simone Paulino, Sheyla Smanioto, Socorro Acioli, Susanna Busato.

Com informações do site PublishNews.

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João Almino é eleito para Academia Brasileira de Letras

Em março, a Academia Brasileira de Letras (ABL) elegeu o potiguar João Almino como novo imortal. Escolhido por 30 dos 37 votos válidos, escritor nasceu em Mossoró, é diplomata de carreira, autor de seis romances e de outros livros de ensaios literários. Em 2016, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria principal com o com o romance Enigmas da primavera. Já ganhou vários prêmios literários, entre eles o Casa de Las Américas em 2003 e seus livros já foram traduzidos para o inglês, espanhol, francês e italiano. Nascido em 1950, ele conquistou a cadeira de número 22, antes ocupada por Ivo Pitanguy, morto em agosto de 2016. O patrono da cadeira é José Bonifácio, o Moço, sobrinho-neto de José Bonifácio de Andrada e Silva, o patriarca da independência.

Ao jornal O Globo, o autor disse que a “Academia só me incentiva a continuar o meu trabalho. É uma casa que não impõe o academicismo e sim preza a liberdade de criação e os trabalhadores inovadores, desde Machado de Assis, passando por Guimarães Rosa, até o presente. É importante para um país ter instituições sólidas e isso vale também para a área da cultura. Era um desejo meu vir para a casa, tenho muita admiração pelos acadêmicos e achei que este era o momento”, disse o autor.

Confira uma notícia recente no blog sobre o autor neste link.

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